Seu legado é ter se tornado o maior artilheiro da história da seleção. Ele se contundiu seriamente a serviço do time.
Neli Faria (São Paulo, SP)
Neymar é o melhor jogador que o Brasil teve após Pelé!
Paulo Formagio (Campinas, SP)
Foi o maior artilheiro da seleção e nos deu algo inédito, que nem Pelé ou Ronaldo nos deram: o ouro olímpico. Neymar foi grandioso em uma era de medíocres. Não cabe avaliá-lo por algo além do futebol.
Adelino de Santi Júnior (Auckland, Nova Zelândia)
Neymar deixa lição aos mais jovens: um jogador da seleção representa a nação. Ao desrespeitar mulheres, optar por ostentar, usar a fortuna para respaldar a arrogância, entre outras coisas, o elo com o torcedor se fragiliza.
Francisca de Medeiros (Cuiabá, MT)
Diferentemente de outros nomes da seleção, nunca teve alguém à altura para dividir o protagonismo. Carregou o time; deu azar por ser um craque solitário em sua geração, além de ficar exposto e ser alvo permanente de cobranças fora do campo. Isso não ocorria com gerações anteriores à internet.
Mario Möhrle Bueno (Santos, SP)
Quem deve deixar legado é treinador e dirigente. Neymar fica como o melhor de seu ciclo, mas uma andorinha só não faz verão.
José Campos (Jundiaí, SP)
Legado de um atleta que não soube aproveitar as oportunidades, estagnou e influenciou outras gerações. Era um jovem promissor, mas não manteve a qualidade esportiva ao envelhecer. Apesar disso, continuou com o ego de um jovem prodígio, mesmo em momentos de ruína pessoal e da seleção.
Marília Alice Marques de Braga (Brasília, DF)
É um craque, mas não deixará saudades. Principalmente pelas atitudes fora do gramado, como traições, apoio às bets e a políticos de extrema direita.
Paulo C. S. de Castro (Brasília, DF)
Os memes. São muito criativos. O alvo, nem tanto.
Marcélia Paiva (Juiz de Fora, MG)
Deixa um exemplo para não seguir: o de um talento nato cujas atitudes o impediram de se transformar no craque que poderia ser. Para isso, temos talentos como Oscar Schmidt e Hortência.
Humberto Higashi (São Paulo, SP)
Controvérsias e pouco brilho. Até em seu auge, foi pouco efetivo em passagens pela seleção. Nesta década, faltou profissionalismo. É impossível não compará-lo a Messi e Cristiano Ronaldo, considerados velhos para o futebol.
Celso Balloti (São Paulo, SP)