Datafolha: governo tem 38% de avaliação negativa; positiva é de 32% | G1

Datafolha: 38% avaliam governo Lula como ruim ou péssimo; para 32%, é ótimo ou bom

Aprovação do governo (49%) ficou acima numericamente da desaprovação (48%). Quadro é de estabilidade, com variações dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais.


Datafolha: para 38% governo Lula é ruim ou péssimo; 32% acham ótimo ou bom

Datafolha: para 38% governo Lula é ruim ou péssimo; 32% acham ótimo ou bom

Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (24) pelo site do jornal "Folha de S.Paulo" mostra que 38% dos entrevistados têm uma avaliação negativa sobre o governo Lula (PT). Outros 32% avaliam positivamente e, para 28%, o desempenho é regular. O quadro é de estabilidade em relação à pesquisa anterior, de 20 de junho.

Veja os números:

  • Ruim/péssimo: 38% (eram 38% em junho)
  • Ótimo/bom: 32% (eram 32%)
  • Regular: 28% (eram 29%)
  • Não sabem: 1% (era 1%)

Aprovação/desaprovação de Lula

  • Aprovam: 49% (eram 48% em junho)
  • Desaprovam: 48% (eram 49%)
  • Não sabem: 3% (eram 3%)

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O tarifaço foi anunciado depois de viagens de Flávio Bolsonaro aos EUA para tratar do assunto. O presidenciável chegou a se reunir com o presidente Donald Trump na Casa Branca.

Flávio ainda enviou uma carta ao governo americano e participou de uma audiência pública no Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR). Nas ocasiões, o senador pediu que a aplicação de tarifas fosse adiada.

Lula reagiu às articulações do adversário e culpou Flávio pelo tarifaço. Para o presidente, as taxas são um ataque à soberania do Brasil.

O Datafolha entrevistou 2.004 pessoas entre os dias 22 e 24 de julho, segundo dados informados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado sob o número BR-01166/2026.

22.07.2026 - Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante sanção do Projeto de Lei de linhas de crédito , de 2026, que destina recursos a linhas de crédito do Programa Brasil Soberano, no Palácio do Planalto, Brasília - DF — Foto: Ricardo Stuckert/Divulgação

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